segunda-feira, 15 de setembro de 2025

Esperança e Fé - I



















Um novo dia brilha
Uma nova manhã
Cheia de esperança
Cheia de calor.

Bom é esperar em Deus
Todos as dúvidas e ansiedades
são vencidas, de repente,
Pelo forte sol e claridade.

Nem todo anseio é novo
Nem toda duvida resiste
Diante do que vem
Depois de algo que já se foi.

Cada dor e todo sentir
que aparece não fica.
Mas a esperança é nova
sempre que a retomamos.

E, por fim, vem a alegria
De saber e conhecer
Um novo caminho que vem,
E a semente de outro dia que nasce.



Ao Miguel







 


Miguel, presente do alto

               Por isso, "Ninguém é como Deus". (Salmo 113.5, outubro de 2018).

Deus que renova a vida 
E dá esperança, 
E na família,
Nessa criança,
traz alegria
A Paz - de Deus  vem encher-nos...

Miguel, sinal de vida
   Renasce e floresce
Com Louise e Victor,
   Alento vem - É graça vital!
Miguel, ponte de felicidade
Prenúncio de bênção,
Novo ciclo e nova geração.

Fôlego que se inspira,
Esperança que se instila.

Famílias que se unem
Em nova aliança 
que se prolonga
Na visitação do alto
Pois "ninguém é como Deus",
E que o Miguel, viva sempre
Em estatura e graça,
Cresça no tempo que passa.

E em conhecimento
Viva pra Deus,
Na certeza do Caminho
Escolhido diante dos Céus.

Miguel: - bem-vindo seja:
Bênção sobre bênção,
Saúde venha do Pai,
Sobre essa criança,
Que de Deus é aliança,
E, assim, nessa graça,
Viva sempre a herança bendita!












sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Minha Teoria do Ombudsman












Nada de nada mais...
Basta!   
Eu sou meu ombudsman...
Graças a Deus....
Nada de nada mais...
Basta!
Eu sou meu ombudsman...
Graças a Deus
Recebi em dobro
Daquilo que muitos não tiveram,
E, por isso, muito me cobro.

Não foi dinheiro, nem riquezas
Mas outro tipo de fortuna:
Ganhei duas consciências -
A minha própria e natural,
E o meu ombudsman pessoal.

 É o meu lado crítico,
Meu... digamos, senso do ridículo.
Às vezes o chamo
Pelo epíteto de compliance [complai’ens]
E são eles os que me fazem a autocrítica.

                           - Legal, né?

   - Pois é!

                      ..................................

 Assim, não desejo outro valor ter –
[é sério... até uso, aqui,  colchetes,
     sem clichês estabelecer ...]
O preço dos metais raros,
Nem de outro minério precioso,
Nem algum objeto ainda mais caro.

 Para quê?
Não seria meu!...
Se o tivesse comigo,
Sem sê-lo,
Não poderia tê-lo.

 E se cá o tivesse
Poderia perdê-lo
E perderia, também, o elo
Entre mim e ele...

 O fim do lucro
Não é a pessoa,
O dono, o possuidor...


Caem por terra
Todo o valor que encerra
o valor das fintechs
E o valor sem fim.
E a fintech
Já não é mais
O valor que toca
Pois seu breve fim
Logo breve se mostra.
 
O valor se desbanca
Até de bancos,
Antes, firmes e estáveis,
Por bets e bits
De algoritmos e tanto –
E ligeiros, lépidos e tépidos
Viram bitcoins
E vem com o Pix brigar.

 

E na Faria, 
Lima e importuna,
Sem taxação –
Mas busca seu id –
  De onde, para onde,
   e para quem crê.

 

Aí, tem muita fortuna
E mexe com brios
Falsos de quem os usa,
Mornos ou frios,
Sem que lhes puna...
E junta-se à briga
De U.S.A, e de supertaxação,
De Retaliação, Já sei!
Ou de ambição de quê...?
De nossos “minérios estratégicos”,
Tirando-nos o último crédito.
 
E aí, vem a dobradinha de
Fintechs e o time de outros
Na Faria Lima.
Demais da Conta,
Tudo conta,
E tudo encontra
E brigam às tontas...

 

Briga contra IR
E contra IOF,
Quando tudo vira bofe,
Coisa que enterre,
É moído, é redenho,
Só sobra
Para o pobre, sem empenho,
Apenas aparas e caras...

 

Para e pensa.
Onde estão os erros
Dessa nação imensa,
Do peso só de poder
E do pobre perder?

 

E o tal do PCC
Que não é fintech,
Que vai acontecer?
Nem da dobradinha
Com Pix e PECs
Valores sem tetos
De orçamentos secretos;
E as rachadinhas  e outros mais,
De lucros exorbitantes
De políticos suspeitos,
Com valores orbitais,
Daqueles que discursam
E empinam o peito
Com suas vozes roucas
Enfurecidas, loucas,
Louçãs – e impostadas e frias,
Em retóricas verborragias
e se parecem com crianças
de países outros e muitas andanças
E da terra do Nunca,
Que nunca crescem.

 Então, lhes digo:
Ter ombudsman  é bom
Compliance também;

Sem ombudsman
Perde-se a razão,
E também o bom senso.
E considero esse senão
Bom é ter esses dois atributos,
Que me vieram de berço,
Coisa que já me acompanham
Como esses versos
me enchem de ciência.
Para minha boa consciência. 

    _________________________________________________

Notas: COMPLIANCE: é um conjunto de políticas, procedimentos e controles internos que garantem que uma organização siga as leis, regulamentos, padrões éticos e normas vigentes, buscando alinhar as atividades empresariais com os valores da empresa e minimizar riscos como fraudes e corrupção, e, ainda, aumentar a confiança em uma determinada empresa.

 

Ombudsman, também chamado de ouvidor, é um profissional que trabalha em uma empresa para ouvir os clientes, analisar suas perspectivas de forma crítica e identificar o que pode ser melhorado nos serviços. Sua principal função é mediar a relação entre a empresa e o cliente, garantindo um tratamento justo. 































 

Caem por terra

Todo o valor que encerra

o valor das fintechs

E o valor sem fim.

E a fintech

Já não é mais

O valor que toca

Pois seu breve fim

Logo breve se mostra.

 

O valor se desbanca

Até de bancos,

Antes, firmes e estáveis,

Por bets e bits

De algoritmos e tanto –

E ligeiros, lépidos e tépidos

Viram bitcoins

E vem o Pix brigar.

 

E na Faria

Lima e importuna,

Sem taxação –

Mas busca seu id –

  De onde, para onde,

   e para quem crê.

 

Aí, tem muita fortuna

E mexe com brios

Falsos de quem o usa

Sem que o puna...

E junta-se à briga

De U.S.A. de supertaxação,

De Retaliação, Já sei!

Ou de ambição de quê...?

De nossos “minérios estratégicos”,

Tirando-nos o último crédito.

 

E aí, vem a dobradinha de

Fintechs e o time de outros

Na Faria Lima.

Demais da Conta,

Tudo conta,

E tudo encontra

E brigam às tontas...

 

Briga contra IR

E contra IOF,

Quando tudo vira bofe,

Coisa que enterre,

É moído, é redenho,

Só sobra

Para o pobre, sem empenho,

Apenas aparas e caras...

 

Para e pensa.

Onde estão os erros

Dessa nação imensa,

Do peso só de poder

E do pobre perder?

 

E o tal do PCC

Que não é fintech,

Que vai acontecer?

Nem da dobradinha

Com Pix e PECs

Valores sem tetos

De orçamentos secretos;

E as rachadinhas  e outros mais,

De lucros exorbitantes

De políticos suspeitos,

Com valores orbitais,

Daqueles que discursam

E empinam o peito

Com suas vozes roucas

Enfurecidas, loucas,

Louçãs – e impostadas e frias,

Em retóricas verborragias

e se parecem com crianças

de países outros e muitas andanças

E da terra do Nunca,

Que nunca crescem.

 

Então, lhes digo:

Ter ombudsman  é bom,

Compliance também;

Sem ombudsman

Perde-se a razão,

E também o bom senso.

E considero esse senão:

Bom é ter esses dois atributos,

Que me vieram de berço,

Coisa que já me acompanham

Como esses versos,

E me enchem de ciência,

Para minha boa consciência.


terça-feira, 2 de setembro de 2025

Homenagem ao Mestre

 









Homenagem ao Mestre    

                                (Saulo:1999).

Somos muitos professores,
Às vezes, chamados de mestres,
Do saber, da vida, da escola, da prática.
Nem sempre somos vistos
Sob o aspecto catedrático
E com bons olhos
Pelos circunstantes.
Mas isso ainda é pouco:
Pois se uns assim nos veem,
Simpatizantes sempre os há,
Pois como diriam nossos ancestrais:
“São os ossos do ofício”,
Não adianta correr para outra sesmaria
Ou vilarejo, ou grandes paragens:
A vida é uma só
E de todos a luta é a mesma.

Em se tratando de magistério,
Às vezes encontramos o terreno
Preparado;
E às vezes, temos de pegar no arado;
Seja num ou noutro caso,
Há de ter luta e trabalho;
É de construção que se fala, 
É por construção que se eleva
Qualquer novo edifício.
E em se tratando de vidas,
Nada mais gratificante
Do que o grande ofício,
Pois, é no magistério
Que a todo homem,
Pode-se ensiná-lo a ser sério
Buscado o saber,
E, sobretudo,
A vida conhecer.
O respeito, a honra e a valorização
De todos, e os valores
Mais sagrados,
(Hoje chamados de ética, antes era o pudor),
Precisam ser hoje resgatados.
Quem, senão o Mestre e Professor,
Pode ser o carro-chefe e construtor
De um novo protótipo Social, moral e ético?

Como falar disso,
A você, Irmão das almas,
Que já se encontra cético,
Diante do Universo
De imorais traumas
Que explodem em escândalos,
Diante de toda imprensa 
E olho...?
Para um momento, pensa...
Podes encontrar Um sândalo
Para a ferida pensar...
Não é contra o homem
Toda a luta, 
Mas contra o mal
Que se assoberba.
Assim, somos muitos professores,
Diferentes em cada ação e pensar,
Mas iguais em tudo na luta,
Pois se vivemos hoje 50 ou 60
Sempre a batalha Se aguenta.
Pois da vida não desistimos,
Sempre insistimos,
Em fazer e dizer
Que a solução ética
Está em grande parte
Na Educação e no Professor.
Irmão das almas,
Ensinar
Não é só profissão:
É saber que estamos
Diante de vidas
Que de nós precisam:
É compartilhar nosso
Depósito de vida
Com aqueles
Que morrem antes dos 30,
Pois são marginalizados
E destituídos
De um lugar ao sol.
Viver é sonhar,
Frustrações existem;
Contudo,
São fantasmas
Que se expulsam
Na aurora
Ou no arrebol.

Irmão das Almas,
Você,
Mestre ou professor,
Aluno-mestre,
Mestre-aluno,
A você, a nós,-
Os que sonhamos,
Uma vida de valores
Que esperamos, -
Uma homenagem presto,
Sem aqui poder esquecer
De João Cabral de Melo Neto,
Escritor e poeta-
Grande mestre de vida,
Autor de Morte e Vida Severina.

Saulo Afonso Ferreira.
CEM-02, outubro de 1999.

segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Vem Setembro

14 Girassóis, de Van Gogh.

 
         












Ipês de Brasília.

Quando vem Setembro  
E recebo as novas
flores de Primavera chegando...
Como na pintura de Van Gogh, 
O Ipê amarelo já aflora
E já apareceram o branco,
o lilás e o rosa...
E também lá fora 
A doce brisa vespertina que
Chega com a temporada.

Tempo de cores
de alegria, de risos
Quantos sons 
Do vento que uiva
ao longe, aprecem guizos
misturados com outros 
sons tristes
de alimálias, 
mas atenuados
por tantas fragrâncias
e tons flagrantes
que encantam e atraem...

Seja no cerrado,
ou na cidade grande
de outros biomas...
Vem Primavera,
E torne tudo belo
  daquilo que tomas

Abrace e envolva
Todo meu genoma
Com festejos efusivos
nesse tempo de Setembro,
De meu aniversário,
Quando fico mais contemplativo
E o Criador me deu esse mês
E época, de plena alegria e paz,
E eufórico, esse tempo vivo..

Muito mais agradecido
E radiante, com amigos e flores
E como nos quadros de Van Gogh,
na Primavera de Festividades
E tudo mais que de bom há
Por que alguém rogue
E venha admirar em festejos 
em qualquer quadrante de idade.
 (1º/09/2025)









Marcado pelo Eterno

   Fui marcado A lembrança  jamais se apagará  A foto do SER de Deus paira na minha mente E não desmente a foto é luz E vida Pura mente de l...