sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Minha Teoria do Ombudsman












Nada de nada mais...
Basta!   
Eu sou meu ombudsman...
Graças a Deus....
Nada de nada mais...
Basta!
Eu sou meu ombudsman...
Graças a Deus
Recebi em dobro
Daquilo que muitos não tiveram,
E, por isso, muito me cobro.

Não foi dinheiro, nem riquezas
Mas outro tipo de fortuna:
Ganhei duas consciências -
A minha própria e natural,
E o meu ombudsman pessoal.

 É o meu lado crítico,
Meu... digamos, senso do ridículo.
Às vezes o chamo
Pelo epíteto de compliance [complai’ens]
E são eles os que me fazem a autocrítica.

                           - Legal, né?

   - Pois é!

                      ..................................

 Assim, não desejo outro valor ter –
[é sério... até uso, aqui,  colchetes,
     sem clichês estabelecer ...]
O preço dos metais raros,
Nem de outro minério precioso,
Nem algum objeto ainda mais caro.

 Para quê?
Não seria meu!...
Se o tivesse comigo,
Sem sê-lo,
Não poderia tê-lo.

 E se cá o tivesse
Poderia perdê-lo
E perderia, também, o elo
Entre mim e ele...

 O fim do lucro
Não é a pessoa,
O dono, o possuidor...


Caem por terra
Todo o valor que encerra
o valor das fintechs
E o valor sem fim.
E a fintech
Já não é mais
O valor que toca
Pois seu breve fim
Logo breve se mostra.
 
O valor se desbanca
Até de bancos,
Antes, firmes e estáveis,
Por bets e bits
De algoritmos e tanto –
E ligeiros, lépidos e tépidos
Viram bitcoins
E vem com o Pix brigar.

 

E na Faria, 
Lima e importuna,
Sem taxação –
Mas busca seu id –
  De onde, para onde,
   e para quem crê.

 

Aí, tem muita fortuna
E mexe com brios
Falsos de quem os usa,
Mornos ou frios,
Sem que lhes puna...
E junta-se à briga
De U.S.A, e de supertaxação,
De Retaliação, Já sei!
Ou de ambição de quê...?
De nossos “minérios estratégicos”,
Tirando-nos o último crédito.
 
E aí, vem a dobradinha de
Fintechs e o time de outros
Na Faria Lima.
Demais da Conta,
Tudo conta,
E tudo encontra
E brigam às tontas...

 

Briga contra IR
E contra IOF,
Quando tudo vira bofe,
Coisa que enterre,
É moído, é redenho,
Só sobra
Para o pobre, sem empenho,
Apenas aparas e caras...

 

Para e pensa.
Onde estão os erros
Dessa nação imensa,
Do peso só de poder
E do pobre perder?

 

E o tal do PCC
Que não é fintech,
Que vai acontecer?
Nem da dobradinha
Com Pix e PECs
Valores sem tetos
De orçamentos secretos;
E as rachadinhas  e outros mais,
De lucros exorbitantes
De políticos suspeitos,
Com valores orbitais,
Daqueles que discursam
E empinam o peito
Com suas vozes roucas
Enfurecidas, loucas,
Louçãs – e impostadas e frias,
Em retóricas verborragias
e se parecem com crianças
de países outros e muitas andanças
E da terra do Nunca,
Que nunca crescem.

 Então, lhes digo:
Ter ombudsman  é bom
Compliance também;

Sem ombudsman
Perde-se a razão,
E também o bom senso.
E considero esse senão
Bom é ter esses dois atributos,
Que me vieram de berço,
Coisa que já me acompanham
Como esses versos
me enchem de ciência.
Para minha boa consciência. 

    _________________________________________________

Notas: COMPLIANCE: é um conjunto de políticas, procedimentos e controles internos que garantem que uma organização siga as leis, regulamentos, padrões éticos e normas vigentes, buscando alinhar as atividades empresariais com os valores da empresa e minimizar riscos como fraudes e corrupção, e, ainda, aumentar a confiança em uma determinada empresa.

 

Ombudsman, também chamado de ouvidor, é um profissional que trabalha em uma empresa para ouvir os clientes, analisar suas perspectivas de forma crítica e identificar o que pode ser melhorado nos serviços. Sua principal função é mediar a relação entre a empresa e o cliente, garantindo um tratamento justo. 































 

Caem por terra

Todo o valor que encerra

o valor das fintechs

E o valor sem fim.

E a fintech

Já não é mais

O valor que toca

Pois seu breve fim

Logo breve se mostra.

 

O valor se desbanca

Até de bancos,

Antes, firmes e estáveis,

Por bets e bits

De algoritmos e tanto –

E ligeiros, lépidos e tépidos

Viram bitcoins

E vem o Pix brigar.

 

E na Faria

Lima e importuna,

Sem taxação –

Mas busca seu id –

  De onde, para onde,

   e para quem crê.

 

Aí, tem muita fortuna

E mexe com brios

Falsos de quem o usa

Sem que o puna...

E junta-se à briga

De U.S.A. de supertaxação,

De Retaliação, Já sei!

Ou de ambição de quê...?

De nossos “minérios estratégicos”,

Tirando-nos o último crédito.

 

E aí, vem a dobradinha de

Fintechs e o time de outros

Na Faria Lima.

Demais da Conta,

Tudo conta,

E tudo encontra

E brigam às tontas...

 

Briga contra IR

E contra IOF,

Quando tudo vira bofe,

Coisa que enterre,

É moído, é redenho,

Só sobra

Para o pobre, sem empenho,

Apenas aparas e caras...

 

Para e pensa.

Onde estão os erros

Dessa nação imensa,

Do peso só de poder

E do pobre perder?

 

E o tal do PCC

Que não é fintech,

Que vai acontecer?

Nem da dobradinha

Com Pix e PECs

Valores sem tetos

De orçamentos secretos;

E as rachadinhas  e outros mais,

De lucros exorbitantes

De políticos suspeitos,

Com valores orbitais,

Daqueles que discursam

E empinam o peito

Com suas vozes roucas

Enfurecidas, loucas,

Louçãs – e impostadas e frias,

Em retóricas verborragias

e se parecem com crianças

de países outros e muitas andanças

E da terra do Nunca,

Que nunca crescem.

 

Então, lhes digo:

Ter ombudsman  é bom,

Compliance também;

Sem ombudsman

Perde-se a razão,

E também o bom senso.

E considero esse senão:

Bom é ter esses dois atributos,

Que me vieram de berço,

Coisa que já me acompanham

Como esses versos,

E me enchem de ciência,

Para minha boa consciência.


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