Basta!
Eu sou meu ombudsman...
Graças a Deus....
Basta!
Eu sou meu ombudsman...
Graças a Deus
Recebi em dobro
E, por isso, muito me cobro.
Não foi
dinheiro, nem riquezas
Mas outro tipo
de fortuna:
Ganhei duas
consciências -
A minha própria
e natural,
E o meu ombudsman
pessoal.
Meu... digamos, senso
do ridículo.
Às vezes o
chamo
Pelo epíteto de
compliance [complai’ens]
E são eles os
que me fazem a autocrítica.
- Pois é!
..................................
[é sério... até
uso, aqui, colchetes,
sem clichês estabelecer ...]
O preço dos
metais raros,
Nem de outro
minério precioso,
Nem algum
objeto ainda mais caro.
Não seria
meu!...
Se o tivesse
comigo,
Sem sê-lo,
Não poderia
tê-lo.
Poderia perdê-lo
E perderia,
também, o elo
Entre mim e
ele...
Não é a pessoa,
O dono, o
possuidor...
Todo o valor que encerra
o valor das fintechs
E o valor sem fim.
E a fintech
O valor que toca
Pois seu breve fim
Logo breve se mostra.
Até de bancos,
Antes, firmes e estáveis,
Por bets e bits
E ligeiros, lépidos e tépidos
Viram bitcoins
E vem com o Pix brigar.
Lima e importuna,
Sem taxação –
Mas busca seu id –
De onde, para onde,
e para quem crê.
E mexe com brios
Falsos de quem os usa,
Sem que lhes puna...
E junta-se à briga
De U.S.A, e de supertaxação,
De Retaliação, Já sei!
Ou de ambição de quê...?
De nossos “minérios estratégicos”,
Tirando-nos o último crédito.
Fintechs e o time de outros
Na Faria Lima.
Demais da Conta,
Tudo conta,
E tudo encontra
E brigam às tontas...
E contra IOF,
Quando tudo vira bofe,
Coisa que enterre,
É moído, é redenho,
Só sobra
Para o pobre, sem empenho,
Apenas aparas e caras...
Onde estão os erros
Dessa nação imensa,
Do peso só de poder
E do pobre perder?
Que não é fintech,
Que vai acontecer?
Nem da dobradinha
Com Pix e PECs
Valores sem tetos
De orçamentos secretos;
E as rachadinhas e outros mais,
De lucros exorbitantes
De políticos suspeitos,
Com valores orbitais,
Daqueles que discursam
E empinam o peito
Com suas vozes roucas
Enfurecidas, loucas,
Louçãs – e impostadas e frias,
Em retóricas verborragias
e se parecem com crianças
de países outros e muitas andanças
E da terra do Nunca,
Que nunca crescem.
Ter ombudsman
é bom
Compliance também;
Sem ombudsman
Perde-se a
razão,
E também o bom
senso.
E considero esse
senão
Bom é ter esses
dois atributos,
Que me vieram
de berço,
Coisa que já me
acompanham
Como esses
versos
me enchem de
ciência.
Para
minha boa consciência.
_________________________________________________
Notas: COMPLIANCE: é um conjunto de políticas, procedimentos e controles internos que garantem que uma organização siga as leis, regulamentos, padrões éticos e normas vigentes, buscando alinhar as atividades empresariais com os valores da empresa e minimizar riscos como fraudes e corrupção, e, ainda, aumentar a confiança em uma determinada empresa.
Ombudsman, também chamado de ouvidor, é um profissional que trabalha em uma empresa para ouvir os clientes, analisar suas perspectivas de forma crítica e identificar o que pode ser melhorado nos serviços. Sua principal função é mediar a relação entre a empresa e o cliente, garantindo um tratamento justo.
Caem por terra
Todo o valor
que encerra
o valor das fintechs
E o valor sem
fim.
E a fintech
Já não é mais
O valor que
toca
Pois seu breve
fim
Logo breve se
mostra.
O valor se
desbanca
Até de bancos,
Antes, firmes e
estáveis,
Por bets
e bits
De algoritmos e
tanto –
E ligeiros, lépidos
e tépidos
Viram bitcoins
E vem o Pix
brigar.
E na Faria
Lima e
importuna,
Sem taxação –
Mas busca seu
id –
De onde, para onde,
e para quem crê.
Aí, tem muita
fortuna
E mexe com
brios
Falsos de quem o
usa
Sem que o
puna...
E junta-se à
briga
De U.S.A. de
supertaxação,
De Retaliação,
Já sei!
Ou de ambição
de quê...?
De nossos “minérios
estratégicos”,
Tirando-nos o
último crédito.
E aí, vem a dobradinha
de
Fintechs
e o time de outros
Na Faria Lima.
Demais da
Conta,
Tudo conta,
E tudo encontra
E brigam às
tontas...
Briga contra IR
E contra IOF,
Quando tudo vira
bofe,
Coisa que
enterre,
É moído, é redenho,
Só sobra
Para o pobre,
sem empenho,
Apenas aparas e
caras...
Para e pensa.
Onde estão os
erros
Dessa nação
imensa,
Do peso só de
poder
E do pobre
perder?
E o tal do PCC
Que não é fintech,
Que vai
acontecer?
Nem da
dobradinha
Com Pix e PECs
Valores sem
tetos
De orçamentos
secretos;
E as rachadinhas e outros mais,
De lucros
exorbitantes
De políticos suspeitos,
Com valores
orbitais,
Daqueles que discursam
E empinam o
peito
Com suas vozes
roucas
Enfurecidas,
loucas,
Louçãs – e impostadas
e frias,
Em retóricas
verborragias
e se parecem
com crianças
de países
outros e muitas andanças
E da terra do Nunca,
Que nunca
crescem.
Então, lhes
digo:
Ter ombudsman
é bom,
Compliance também;
Sem ombudsman
Perde-se a
razão,
E também o bom
senso.
E considero esse
senão:
Bom é ter esses
dois atributos,
Que me vieram
de berço,
Coisa que já me
acompanham
Como esses
versos,
E me enchem de
ciência,
Para
minha boa consciência.

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